Um dia com: Adriana Morais

Um dia com: Adriana Morais

A área da construção civil e engenharia aparentemente ainda são áreas em que há predominância de profissionais do sexo masculino. Como você se vê enquanto mulher no mercado de trabalho ocupando o espaço que você ocupa?

 A engenharia e a construção civil ainda são áreas de predominância masculina, porém, com a mudança da sociedade em relação à igualdade entre homens e mulheres, sinto que já se nota um avanço nos últimos anos. Há líderes mulheres na Rocontec, aqui nós mulheres podemos ocupar lugar de liderança também, o que já denota esse avanço.

Apesar dessa predominância, de maneira geral sempre fui muito respeitada no meu ambiente de trabalho. Sempre me enxerguei como responsável pela obra independentemente do cargo que eu ocupava, e nunca me deixei sentir oprimida ou diminuída.

Tive excelentes líderes, homens inclusive, que contribuíram para o meu crescimento e continuam contribuindo até hoje, então enxergo que há muita gente disposta a cooperar nesse sentido, de diminuir as distâncias entre homens e mulheres no âmbito profissional. Por exemplo, nas obras gerenciadas pelo Mario Capelli, a liderança feminina ocupa 50%, o que demonstra na prática que essa cooperação realmente acontece.

Essa, aliás, é a melhor parte de se trabalhar aqui: o companheirismo entre as pessoas que trabalham aqui. Sempre podemos contar um com os outros, há cooperação entre todos independentemente do gênero, e isso facilita demais o nosso dia a dia.